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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A leveza e o peso.



Pesado. Sentia-se pesado, e era um peso vindo de todos os pesares guardados consigo mesmo.
Encontrava na lembrança os 52 kg bem distribuídos, podia sentir o peso do seu corpo quando jogava-a na cama, sentia o lado esquerdo do carro afundar com o banco do passageiro sendo ocupado. Tinha noção exata do que aquela proporção causava fisicamente no seu espaço. 
Mas era um peso que fugia disso, tinha dez vezes mais quando era sentido de forma intangível. Sentia seus olhos sobre ele e sentia-se pequeno, minimo, quase imperceptível. O peso dos seus lábios um dia colados nos dele, tinha o peso doce, que acariciava sutilmente seus lábios e aguçava o despertar da imaginação de seu próprio corpo afundado junto ao dela no colchão, formando um peso só, uma medida. 
Sentia ainda o vulto das passadas ao seu lado, o território imaginado que ocupavam juntos, o peso dos dedos pesados e entrelaçados uns nos outros, o peso do sorriso e das conversas, da cumplicidade que criaram e que nem um dia deixou de ser o peso leve que somava os dois.
Ficou todo o tempo que pôde lembrando disso, e ouvindo o peso das canções em seus ouvidos, o peso dos seus próprios olhos revelava-se amargamente entre um rosto pálido e cabisbaixo. 
O peso da saudade e da lembrança é tão grande quanto qualquer outro pensamento que possa tornar-se tão especial.
Estava agora de olhos fechados, balançando seu peso e procurando em algum lugar com o peso do mar as únicas lembranças que ainda poderiam deixa-lo pelo menos um pouco mais leve.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Persistencia da memória.


 
22 horas seguidas. Começou na segunda, às 08. Acabou ás seis. As piores vieram depois da meia noite. Hoje foram as piores. Não acabava porque não tinha sono pra acabar com isso. Era você aqui e ali. Você dormia na minha cama, eu lembrava. Lembrava de tudo. Você aqui e ali. Cabeça encostada na parede e a garrafa de Lambrusco vazia. O Bruno ali no colchão deve estranhar vendo essa cara inchada. Tentei disfarçar quando sentei na área, achei q a ligação disfarçaria, mas só desabou mais. Mais Lambrusco na garganta, efeito ineficaz. Era você aqui e ali, no meu rádio. Queria desligar o rádio, mas você estava nele. Não queria desligar vc. Por isto foram 22 horas seguidas. 22 horas seguidas com você ligada e me fazendo cantar.
Ainda durou um pouco mais. Olhando o mar calmo da minha janela, tudo ainda durou um pouco mais. Podia lavar os pés cheios de areias de qualquer um que vinha dali. Era só usar um lenço e torcer.
Me derrubou. Queria que tivesse sido só pelas 22 horas mesmo. Mas vão vir outras.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Num jeito de te levar...


As certezas podem não ser suficientes se não forem limpas pelas dúvidas.


As histórias escritas em livros sempre tendem a ser inspiradoras. 
Certo dia lendo alguém que gosto muito, deparei-me com a frase do não desejo de ser inspirador. Mas é, e sabe que é.
Quantas vezes eu já cantei de olhos fechados no sofá da minha sala esperando que você visse isso...As alegrias do meu tom de voz misturadas com a melancolia alternativa das canções que arranhavam a agulha do disco. 

Há tanto que me preocupar...mas da distância já venho cuidando, e cuido com meus olhos te seguindo distantes pela janela do ônibus.
Me perco com o pensamento distante observando vc, e a lua que vejo me faz perceber quantas outras ainda caberiam nesse meu céu construído por vc.

Se figurada a tua ausência no meu fim de semana, tarde da noite saturnina a alavanca da imensidão é puxada, e em meio ao vão percebo quantos passos já dei ao longo da areia, e faltam tantos...faltam tantos dos teus...
Posso perceber tão fácil as coisas que não quero perceber, posso jogar tantas palavras fora, saber se sou rei nos meus contos onde meu reino se abriga no teu abraço. Sou tudo contigo.
Sou todo contigo.

As histórias contadas no livro ainda são poucas, vou fabricar ainda mais páginas, vou perfuma-las e joga-las ao vento, sabendo que todas irão cair na tua janela, irão cair beijadas pelo vento, atentas ao teus olhos.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Deslizando meu sorriso no teu nome.


Estava sentado em frente a ela tentando imaginar teus suspiros.

No interior dos teus vestidos minha cobiça passeia, relaxa meus ombros em tuas pernas. Nossas imaginações constantes, confusas e deliciosas predominam o ambiente trancado com as roupas que jogamos à beira da porta, à meia luz interpretamos cada sinal emitido, e sua nuca molhada com meus beijos agora traz consigo a marca leve de uma mordida.
Abrimos a imensidão do céu, quando teu sapato pisou na minha bermuda, e minha camisa deslizou ao abismo abaixo da cama. Rendas e algodões enfeitando o ambiente perfumado com os toques palpados sem a preocupação da dor, e o prazer escancarado nos meus olhos serve de caminho para tuas vontades.
As paredes escondem-se de nós, estamos passeando em uma caixa invisível onde a paisagem passa rápido como num passeio veloz. Há um destino final neste caminho, mas meu torax pesando nas tuas costelas regam teu corpo com o suor que desliza quadril abaixo, onde os movimentos desatinados e embalados aos teus pedidos renega qualquer chegada breve ao fim disto.

Meus sinais indicam saudade, talvez seja essa a interpretação obtida no reflexo do espelho onde agora moram nossos nomes.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Lucidez.


Estive tanto tempo confuso, que, quando a oportunidade veio, peguei carona sem querer.

Nunca estou neste estado. Lucidez é talvez a minha tentativa de estar em silêncio na areia da praia, olhando e ouvindo o mar. Mas é inconstante. Inconstante demais. Nem por isso menos repetitivo e bom.
Quase todas as desatenções que tenho durante o dia, são coisas que me interessam muito. Saber como é ao certo o rosto de alguém que diz não possuir um, saber como é a voz de alguém que manda flores de longe, perceber qual a opinião de alguém que não sabe, mas, sempre foi decisivo nas minhas decisões.

Hoje mal pude cantar outra música que não fosse Malcuidado. Eu até sei, nem tem muita gente q gosta tanto assim, mas isso é o q me faz gostar mais ainda. É como o seu presente que tenho aqui, muita gente não gosta tanto assim, mas o fato de saber que vc gosta dele, me faz gostar mais ainda. É disso que eu tô falando...

Eu disse, peguei carona ali. Sentado na terceira fileira do fretado, peguei carona no corredor que me separava dela. Quando percebi, não estava mais pegando carona no ônibus, mas sim, ao lado dela. A viagem se resumia a isso, em aproveita-la desta maneira. Em aproveitar mais a mim mesmo desta maneira. Já faz algum tempo isso, e hoje podemos nos dar ao luxo de pegar carona somente um no outro.

Quanto à lucidez, não sei se é isso q me bate agora, quando fico pensando se gosto mais das de listras azuis ou vermelhas com aquela bermuda, talvez devesse esperar sua opinião, mas vc viria rindo e certamente dizendo de longe: Ta loco! Eu quero é vc sem camisa. Ta bom. E me vejo rindo das minhas costelinhas aparecendo no espelho enquanto vc me abraça.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Passou este verão, outros passarão. Eu passo.




São poucas as oportunidades de escolher algo entre tantas coisas que vc gosta.
Se alguém chega despertando todas estas coisas, então a possibilidade de vc ficar confuso torna-se maior.
As coisas passam a desvalorizar seus próprios sentidos, e não existem mais regras que atordoam o tempo e assim, encolhem qqr tipo de culpa. Essa é a parte que mais gosto. Não ter regras e não ter culpa.
Quando algo está sempre prestes a acabar, a culpa torna-se um luxo desnecessário.
Eu sei que tudo isto estava previsto desde aquela tarde no ponto de ônibus, desde aquele cigarro na orla. Nem percebemos a hora q vinha sem nos deixar programar o menor desvinculo necessário. Mas ela chegou e atropelou nossa noite de sexta feira. A derradeira. Ainda podemos aproveitar nossos clichès e deixa-los gravados num ultimo fim de semana possível.

Sairemos soltos assim, presos um ao outro.

Obrigado por tudo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Uma árvore de uma unica flor.


Uma árvore que só é capaz de produzir e manter uma única flor.

Muitas pessoas tentam rega-la, e ela cresce, se torna forte, mas sabe q sua saúde veio das chuvas que a vida lhe trouxe.

Algumas pessoas vieram e regaram suas raízes por pouco tempo, insuficiente pra deixar nostalgia.


Alimentou suas esperanças nas asas passantes daquela borboleta que sobrevoava sempre as flores vizinhas. Vez ou outra balançava com o vento tentando alcançar a borboleta com as pontas dos galhos, mas sempre foi insuficiente. Derrubava folhas secas de tristeza, pois sabia que o colorido da primavera nunca o alcançaria sem q a tal borboleta lhe tocasse. Nunca havia produzido uma flor sequer.

Procurou de diversas formas chamar a atenção, mas foi inútil. Sentia-se com as cascas lhe cobrindo o coração, e não havia nada mais que pudesse despertar tua alegria.


Certa manhã acordou com uma surpresa: a pequena estava parada sobre um de seus galhos mais finos e mais distantes. A arvore acordou e fez de todo o possível para sentir as pontinhas das pernas da tal, e o ventinho que havia de sair do balançar daquelas asas azuis. Ficou imóvel, e implorou em pensamento para que o vento não viesse soprar àquela hora.

Depois de contemplar a tal borboleta por alguns instantes, para a tristeza de seu coração, a pequena saiu em vôo pelos arbustos vizinhos. A arvore ainda esperou durante todo o resto da manhã, na plenitude do sol vespertino, e na leve brisa do entardecer.

Ela não voltou. Não voltou nunca mais.

Mas as lembranças dos toques leves daquelas perninhas ainda iriam ficar pela tua lembrança durante toda a sua vida. E não haveria sopro de vento mais doce do q aquelas brisas mínimas q saíam daquelas asas.

Mas algo aconteceu. Os frutos que nunca haviam saído do seu coração, começaram a aparecer um a um, desenhados com a cor mais vermelha que se pode imaginar, tal qual coraçõezinhos desenhados na infância com giz de cera.

O milagre chegou após anos de espera por aqueles minutos preciosos.


Aprendeu que o que fez a diferença, não é a longa espera triste pelo utópico amor que esperava ter, mas os poucos segundos que recebeu nos beijos delicados e verdadeiros daquela borboleta.


A paciência será sempre amarga, mas seus frutos serão sempre doces.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mr. Barish


Começou com o som do contra baixo acompanhado do piano.
Sentei e abri a caixa, e tudo caído sobre a cama me trazia algumas lembranças que eu coleciono, mas q havia deixado meio de lado. Tudo avançou como outro'ra havia desejado, e por conta disso esqueci do começo.

As coisas começam sempre meio confusas, e o tempo se encarrega de tudo, o tempo e o carteiro.
O carteiro é amigo do tempo, ele pode acelerar algumas coisas, ou manter o atraso, manter a saudade.
O tempo só é amigo de si mesmo, e de quem ele escolhe num minuto - mas só num minuto, pq pra ele nem faz diferença.


Comecei a reler as coisas que vc me escrevia. Tanta ternura, e um toque leve de beijo nos meus olhos. Comecei a relembrar das tardes e noites, do silencio absoluto do mundo pra q eu pudesse te entender.
Coleciono de vc, mais do q palavras, mais do q presença, pq vc já é parte de mim, está comigo mais viva do q eu mesmo me sinto.

Me sinto confuso hoje, e as ultimas batidas leves já vão sendo deixadas nos pratos sonoros, as letras já estão desaparecendo da tela, ele chora e joga a fita k7 pela janela. Está confuso, e o filme vai começar com ele assim. Temos muitas coisas em comum, e me sinto como uma caricatura disso tudo.

Não consigo me desprender das cartas que continuam na minha mão, mas não vão ser mais lidas hoje. Vão voltar pra caixa de sapatos no meu guarda-roupa, outra hora elas vão voltar trazendo mais alegria. Vão dispensar a tristeza q hoje eu trouxe a elas.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A Paciencia é amarga, mas seus frutos são doces.


As vezes a ansiedade bate forte e vc se pergunta: Será q só eu vou ficar sozinho?
Enquanto os amigos aproveitam suas noites ao lado de alguem com quem nem pensam trocar a cia, vc está sentado no seu sofá, bebendo um copo de vinho e ouvindo alguma musica nostalgica, q toca em pontos fortes de sua carencia.
Querer estar com alguem tem de ser algo especial. Acho mesmo q tem de vir depois de alguma espera, por mais torturosa q seja a tal espera. Pois assim, sua espera terá mais sabor ao ver que a pessoa que vc aguardava lhe fez perceber o quanto valeu a pena esperar.

Talvez isso doa um pouco, talvez sua impaciencia e ansiedade se misturem e gritem na sua cabeça, e o coração vez ou outra doa, mas vc sabe que no fundo, no fundo, pode valer a pena. E vai valer. Por mais utópico que seja, sempre haverá alguem á sua espera - como vc tanto tem esperado. Pode ser a pessoa que vc nem imagina q é, mas q ronda seu dia a dia, pode ser alguem q vc nem sonha q exista, mas tenho certeza que como vc, ela vem sonhando a mesma coisa, te imaginando, sem saber ao certo como vc é.
Ou ainda melhor q tudo isso,se vc for uma pessoa de sorte, pode ser alguem q vc sabe q existe, e q tambem sabe da sua existencia, estando os dois apenas esperando o melhor momento de extinguir qualquer distancia.

Não se censure de sonhar, junte os pedacinhos de algodão que surgem na sua vontade, e sopre-os para o vento, despejando nele um pouquinho do seu perfume, e deseje q este algodão caia em frente a quem está parada na porta, sempre a lhe esperar.

=)

domingo, 12 de julho de 2009




Fechei os olhos pra entender o q estou vendo.
Olhei de todos os angulos , todas as formas.
Algo está sendo construido, e não sei seu nome ao certo.
As vezes mistura-se com o meu, as vezes mistura-se com o de muita gente.
Passo todo o tempo olhando.
E as vezes participo.
Pedra por pedra, vez a vez.
Algumas confusões brotam algumas vezes, mas gosto assim.
Tento conversar comigo , e procuro me entender ao tentar entender o q estamos construindo.
Se não podemos entender, continuamos tentando. Juntos.

domingo, 19 de abril de 2009

Cia.


Tudo sem graça. É isso o que a falta de companheirismo deixa você percebendo depois de um tempo do fim da relação.
Tudo começa quando você simplesmente é totalmente livre pra fazer o q quiser, e então seus próprios passos sem querer o leva em direção a tal pessoa.
A partir da segunda semana juntos, você mal sabe o q é levantar da cama sem pensar nela, tudo o q aspira e respira traz ela na memória, é incrível.
O tempo passa, e você nem vai mais aquela reunião com amigos sem ela, algo inacreditável, q os assuntos seriam de gosto duvidoso para os ouvidos femininos. Você insiste, e começa a perceber então q na roda, você é o mais quieto. Sorri de vez em quando e finge alguma gargalhada, mas sempre se preocupa pra q ela não pense tanto mal dos seus pensamentos promiscuos.
Então, depois de um tempo, vc não vai mais as reuniões, prefere substituir por um programa mais a dois, quem sabe dar uma volta na praia a dois seja mais prazeroso. E realmente o é. Impossível trocar esse programa por qualquer outra coisa.
O Tempo passa, o companheirismo fica totalizado, a companhia dela, as opiniões dela, o olhar dela, tudo faz falta nas atitudes q vc pensa em tomar.
Mas o tempo passa, e as vezes é implacável.
Ela ja começa a perder o entusiasmo então, e vc percebe, tristemente percebe q sua companhia ja não é o suficiente pra deixa-la feliz.É ela quem precisa das reuniões com as amigas, e não nega q fica mais a vontade com elas a sós, do q com vc ouvindo as promiscuidades q ela nunca negou.
As reuniões acontecem com mais frequência, ela ja não pede pra q vc vá com ela em todos os lugares, ja não quer sua opinião pra saber se a calça está marcando,ja não te pergunta o pq vc não ligou, não quer saber como foi seu dia. Está deixando de precisar da sua opinião, e consequentemente da sua companhia.
Vc percebe, entristece e começa a se perturbar.
Então tenta retomar as conversas com os amigos, e sem sucesso, percebe q o q vai precisar levar adiante, são as andanças a sós de novo.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Gotas de explicação




Uma gota de chuva faz vc sentir q todas as outras virão em busca desta.


É tão simples de sentir, a cabeça logo percebe e tudo o mais parece apenas virar uma consequência.




Muitas vezes estragamos as boas consequencias do inexplicavel pelo simples fato de tentar explicá-lo. E sempre bate aquela vontade de parar o relógio, e tentar refazer tudo de novo.E errar tudo de novo, mas tentando fazer de uma forma q ainda de pra consertar...




quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Flawless victory



Ele ja sabia q não ia dar.O que diferenciava a sua algoz não era a força, mas a estabilidade de manter tudo o q sente. Ele é apenas mais um q está sempre em devaneios. Sabia q era uma luta desigual.

Na franqueza dos espectadores, todos ja sabiam no q ia dar. Apesar das sucetivas esquivas do menos condicionado-mas não menos valente- o resultado foi dos piores.

Pois é, quem manda entrar no ringue com coração aberto? Tudo foi esmagado com golpes leves , com peso de flor, e leveza de butterflies. Não deu nem pro gasto.

Caído no chão do ringue a céu aberto, o q lhe resta é ficar olhando as estrelas, e escolher uma pra ter como uma lembrança ruim.

Mais uma vitória da menina de todos e de um só.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Saudade Estranha


E eu que fico assim pensando e tramando um milhão de coisas. Tramas são ótimas quando nascem, vc passa a ter exatamente o controle de tudo até q uma primeira dúvida nasça. E apartir desta mais uma e mais uma...
Olhei daqui de dentro a imagem da chuva la fora. Feliz por saber q os pingos caem conforme o q foi tramado no começo, talvez eles sejam mais disciplinados do q eu.
E fico de cá pensando nessa estranha saudade, mas q de tão boa fica o dia todo presente comigo, e vem de tão longe... uma boa distancia subindo esse litoral todo.
Ei! eu canso mas finjo bem.