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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Desequilibrio Inverso.



Pra me tornar inverso ao que as pessoas desejam, eu faço aquilo que eu sei melhor. Pq na verdade, eu não sou nada do que ninguém deseja. E as pessoas acham de ver com um olhar triste. Não acho que seja assim. Não. Talvez verdadeiro demais pra ser julgado como triste.

O tom escuro eu escolho pq combina com qualquer coisa, com qualquer cor. É impossivel combinar verde com vermelho sangue, já o escuro não, ele tem tendencia própria, engole e edita tudo o q está a volta, é a cor da noite, é a morada da lua. É a cor do céu onde dá pra ver as estrelas sorrirem.

E tudo está inverso como no nascer daquele Janeiro, me sinto incapaz de sentir nostalgia pela maior parte das coisas que aconteceram a partir daquele Janeiro. Foi a linha de largada pra andar por paisagens que se misturaram demais, ficaram confusas demais até pra mim mesmo. Ambiente carregados e sóbrios demais pra espaços tão pequenos. Mas ainda não é hora pra restrospectivas.
Enfim. To confuso com isso tudo ainda. Talvez a comunicação ainda precise ser o meu forte.
Preciso dos 500 dias com ela num fim de semana, e tantas outras historias que eu desejo ver acompanhado dos olhos dela.
Não quero que nada seja pouco.

domingo, 28 de junho de 2009

O escafandro e a borboleta



"Hoje sinto que minha existência foi uma cadeia de pequenos erros. Mulheres que não fui capaz de amar, chances que não pude aproveitar, momentos de felicidade que deixei escapar. Uma corrida cujo resultado era conhecido de antemão mas no qual você não fracassava em apostar no vencedor. Estava cego ou surdo? Ou precisava de uma desgraça para que você veja sua verdadeira natureza?"
Jean Dominique Bauby - O escafandro e a Borboleta






O Escafandro e a Borboleta, um filme francês com essência humanística fantástica, retrata por seu protagonista Jean Dominique Bauby, vítima de um derrame, e que sofre com as sequelas totais da Síndrome de Encarceramento - doença que deixa o corpo totalmente paralisado. Este fica então internado num hospital contando com a ajuda de alguns médicos e sobretudo com a ajuda de uma enfermeira, que o auxilia a desenvolver uma forma de comunicação usando-se de movimentos no olho esquerdo -único orgão de qual Jean Dominique mantem o controle. A cada letra dita pela enfermeira , o protagonista pisca o olho uma vez para que seja esta a letra utilizada e duas vezes para ignora-la, constroem destas formas as palavras que irão fazer conteudo de um livro construido na sala do hospital e escritos por uma ajudante.Mais do que a descrição superficial acima, o filme desperta e decorre com emoções humanas fortissimas.
Mudar radicalmente a vida por conta de uma doença, traz realmente situações desagradáveis vistas de forma nua no filme. Porém, Toda a poesia e magnitude da história podem ser sentidas de forma limpa e delicada, sobre cortes de ângulos em primeira pessoa, e sensibilidade dos atores.
O filme traz em sua mensagem principalo fato de que seja o que vier a acontecer, sempre podemos usar o refugio confortavel de nossa imaginação. E esta nos levará a escrever com palavras e histórias duras sobre páginas de veludo.


Sinopse por mim mesmo.
To treinando, uma hora eu acerto e finalmente fica bom. Haha

=)

domingo, 21 de dezembro de 2008

O Escafandro e a Borboleta


Recomendo. Um filme Francês q promete mexer bastante com as emoções do espectador. Uma História de um homem q vai parar no hospital vítima de enfarto. Começa então um tratamento aonde consiste fazer com q ele comunique com as pessoas por meio de piscar de olhos.
Ao longo do filme ele começa a descrever td aquilo q sente com o auxilio de uma médica q vai soletrando algumas letras e com o piscar de olhos do homem , vai escrevendo um livro...
Merda, sou ruim pra caramba com crítica.
Mas assista ao filme pq vale a pena.
Ah, mais uma ótima sugestão da Su, pra variar.