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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Passou este verão, outros passarão. Eu passo.




São poucas as oportunidades de escolher algo entre tantas coisas que vc gosta.
Se alguém chega despertando todas estas coisas, então a possibilidade de vc ficar confuso torna-se maior.
As coisas passam a desvalorizar seus próprios sentidos, e não existem mais regras que atordoam o tempo e assim, encolhem qqr tipo de culpa. Essa é a parte que mais gosto. Não ter regras e não ter culpa.
Quando algo está sempre prestes a acabar, a culpa torna-se um luxo desnecessário.
Eu sei que tudo isto estava previsto desde aquela tarde no ponto de ônibus, desde aquele cigarro na orla. Nem percebemos a hora q vinha sem nos deixar programar o menor desvinculo necessário. Mas ela chegou e atropelou nossa noite de sexta feira. A derradeira. Ainda podemos aproveitar nossos clichès e deixa-los gravados num ultimo fim de semana possível.

Sairemos soltos assim, presos um ao outro.

Obrigado por tudo.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Desequilibrio Inverso.



Pra me tornar inverso ao que as pessoas desejam, eu faço aquilo que eu sei melhor. Pq na verdade, eu não sou nada do que ninguém deseja. E as pessoas acham de ver com um olhar triste. Não acho que seja assim. Não. Talvez verdadeiro demais pra ser julgado como triste.

O tom escuro eu escolho pq combina com qualquer coisa, com qualquer cor. É impossivel combinar verde com vermelho sangue, já o escuro não, ele tem tendencia própria, engole e edita tudo o q está a volta, é a cor da noite, é a morada da lua. É a cor do céu onde dá pra ver as estrelas sorrirem.

E tudo está inverso como no nascer daquele Janeiro, me sinto incapaz de sentir nostalgia pela maior parte das coisas que aconteceram a partir daquele Janeiro. Foi a linha de largada pra andar por paisagens que se misturaram demais, ficaram confusas demais até pra mim mesmo. Ambiente carregados e sóbrios demais pra espaços tão pequenos. Mas ainda não é hora pra restrospectivas.
Enfim. To confuso com isso tudo ainda. Talvez a comunicação ainda precise ser o meu forte.
Preciso dos 500 dias com ela num fim de semana, e tantas outras historias que eu desejo ver acompanhado dos olhos dela.
Não quero que nada seja pouco.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Rema, meu camarada, rema
ainda q sua força nem te tire do lugar
as aguas novas é q vem lavar
e levar
teu barco.


segunda-feira, 3 de agosto de 2009




Não, não roubei teu coração nem nada seu. Se por hora passada deixei ali um ramo verde, este cresceu junto com os outros q vc plantou.
Talvez tenhamos por um tempo arado a mesma terra, pisamos no mesmo chão. Esse chão tão macio e arenoso do teu coração. Mas quando resolvi partir, parti sozinho, sem partir seu terreno.
Saí pq o q vc plantou tinha ja cercado o meu unico ramo verde, e este floreceu por poucas vezes, e não suportou o sufoco dos teus cactos.
Não levo nada de ti senão a experiencia de regar frutos novos, mas q não germinaram suas sementes.
O q levo de vc, é menos do q havia trazido.
E não deixarei de lamentar quando vc lembrar de mim nos cactos q vc mesmo plantou.

quarta-feira, 17 de junho de 2009



O dia começa com o sol q o menino pinta na chão
Imagina amarelo, meio pequeno, la no canto
O dia dele começa a nascer com os pássaros q voam no seus rabiscos
Voam longe e separados, cada um com um destino,
Fez finos, com um traço só, estão pensando, o vento está sempre a favor
Pensam como ele pensa, voam longe, ele também
O menino risca o mar,
Imagina azul, meio misturado, não tem ondas, dia calmo
O menino pinta um dia calmo, quer que seu dia seja assim
Quer que o mar seja calmo, quer q o dia seja calmo
Sua imaginação é o lugar em q tenta encontrar refugio,
Lá é exatamente como ele deseja,
Lá é branco e fino como ele imagina em seu quintal
Tem o vento forte, mas confortante, como precisa
Pode sentir o cheiro salgado e achar doce.
Pode ouvir a musica do seu próprio mar
Pode sentir o som de sua paz.


Precisa.

sábado, 2 de maio de 2009

Voando de volta.



As vezes a gente reluta tanto pra querer ter certas percepções que ja teimavam em se mostrar tão claras, que tudo o mais vira razão pra tornar a relutar sobre certo objetivo. Acho até que quando tal objetivo torna-se desejo comum, este deveria unir as vontades e transforma-la em algo maior, uníssono.
Mas as vezes essa vontade não torna as coisas simples, e as formas de concentar tal esforço não vale, não valem. E tudo vira ambiente de Dante, as coisas tornam-se então impossiveis, e a oração que fora carregada em conjunto pelas mãos, torna-se apelo pra que tudo passe logo...
Cansei não nego.




É Foda

Só quero retomar minhas ironias e escrever um post que preste.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Projetos

O grande problema da fase de projetar algo, é justamente a empolgação do primeiro momento.
Você estará animado e confiante pra realizar boa parte dos pontos num primeiro instante. Aproveite esse primeiro instante.
Quando passar algum tempo, você nem terá concluído um quarto do que planejou. E no final ainda nem lembrará de apenas um quarto do quarto q conseguiu realizar.

E tudo vai se repetindo sempre...

sábado, 8 de novembro de 2008

Alguns nós






Ta complicado desatar.
Momento confuso, sei la, se bem q todos são...
Na verdade só queria saber dar os passos certos, se é q não estou...ah essa confusão q não se dissipa...
As vezes começo a pensar q só gosto das coisas qdo elas estão pra acabar. To quase me decidindo ir embora, e pareço descobrir agora novas coisas em velhas apostas. Mas isso não é o suficiente.
Vou ter esses trinta dias pra entender melhor, e quiçá, voltar até melhor.
Quando tento olhar la na frente , só vejo o sol atrapalhando meus olhos...Mas isto é bom, melhor mesmo é confiar nos proprios passos, mesmo estando cego.


Preciso começar a escrever aqui coisas menos pessoais...